segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

ESCOLA JOÃO RIBEIRO RECEBE MELHORIAS PARA RECEBER ALUNOS DO ENSINO MÉDIO REGULAR E EJA


A Escola Estadual João Ribeiro está recebendo melhorias em sua estrutura física e organizando seu quadro de profissionais, para receber os estudantes do Ensino Médio Regular e Educação da Jovens e Adultos - EJA. 


De acordo com Gestora Professora Raimunda Ilca Frota, tudo está sendo preparado para o curso de ensino médio regular nos horários da manhã e da tarde e EJA no turno da noite. "É uma nova fase da história da Escola João Ribeiro que vamos vivenciar em 2018. Agradeço publicamente ao Governo do Estado através do Núcleo Estadual de Educação, pela reforma na estrutura física do prédio da escola", destacou. 


A Escola recebeu nova cobertura com a troca do telhado, pintura na parte externa e interna, bem como a troca total das instalações elétricas do prédio. "Estamos aguardando a instalação dos aparelhos de ar condicionados e em breve teremos todas as salas de aula climatizadas", finalizou.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

ESCOLA JOÃO RIBEIRO PUBLICA EDITAL DE MATRÍCULAS PARA ENSINO MÉDIO REGULAR 2018


MATRÍCULA PARA 2018 DO ENSINO MÉDIO

A gestora da Escola Estadual de Ensino Médio João Ribeiro, Raimunda Ilca Frota de Azevedo, usando das atribuições que lhes são conferidas por lei e em conformidade com o regimento escolar, torna público, para conhecimento dos interessados que esta aberta à primeira fase de matrícula para 2018, no período de 02/01 a 30/01 2018, nos horários de 7:30h às 11h e no turno da tarde das 13:30h às 17 horas e no turno da noite das 18:30h as 21:00h.

1. Das vagas 

1.1. A Escola se reserva o direito de não abrir turmas com menos de 25 alunos, podendo remanejá-los de turno para outra sala quando houver necessidades.

1.2. A quantidade de alunos por turma segue a orientação constante na Lei 3.141/2016 e do Conselho Estadual de Educação do Estado do Acre.

1.3. O processo de matrícula e confirmação de matrícula destinam-se, ao preenchimento das vagas oferecidas neste estabelecimento de Ensino, segundo tabela abaixo:

MEDIO REGULAR
TURMAS
TOTAL DE VAGAS
NUMERO DE TURMAS
TURNO
1º ANO
300
7
Manha/tarde
2º ANO
260
7
Manha/tarde/Noite
3º ANO
170
4
Manha/tarde/Noite

730
18


EJA / MEDIO


1º MODULO
80
02
Noite
2º MODULO
40
01
Noite
3º MODULO
40
01
Noite
4º MODULO
40
01
Noite
TOTAL
200
05
Noite

2. Do procedimento de Matrícula para alunos novos:
2.1 A matrícula para os alunos novos acontecerá a partir do dia 02/01 a 30/01 de janeiro de 2018.

Os interessados deverão apresentar-se na escola portando os seguintes documentos:

a) Registro de nascimento ou casamento; (Xerox)
b) Comprovante de conclusão do Ensino Fundamental ou equivalente; (somente o Histórico de 1º Grau);
c) Transferência Escolar (apenas para alunos oriundos de outros estabelecimentos);
d) Alunos menores de idade deverão comparecer acompanhados dos pais ou responsáveis;
e) Trazer 01 fotografia (3x4);
f) numero atualizado do contato – telefônico e comprovante endereço;
3. Do procedimento de Rematrícula (EJA):
3.1- Os alunos já matriculados na escola têm prioridade à vaga; por isso, é destinado um período exclusivo à sua rematrícula: 08/01/18 a 15/01/2018;

3.2 Documentações Necessárias: 

a) Requerimento de Matrícula para o ano ou série seguinte conferido e assinado pelo responsável;
b) Requerimento de Matrícula devidamente preenchido e assinado pelo responsável;
c) Comprovante de residência dos pais ou responsável;
d) RG e CPF dos pais ou responsável;
e) Atualização do endereço e telefone (comprovante de endereço).

4. Disposições finais 

4.1 Os pais ou responsáveis deverão informar, no ato da matrícula e atualizar sempre que necessário, as informações essenciais do aluno, como problemas de saúde, medicações, restrições, algum tipo de remédio continuo e telefones de contato/ emergência, laudos médicos com as recomendações.

4.2 Os casos omissos e situações não previstas neste edital serão resolvidos pela Direção da escola. 

4.3 Este edital entra em vigor na data de sua assinatura.

4.4 Os Pais ou Responsáveis deverá assinar no ato da matricula um termo de compromisso no caso de alunos indisciplinados, no caso de alunos menores, bem como os alunos de com 18 (dezoito) anos também deverão assinar, e que para os fazem a matrícula e se evadem será adotado o mesmo critério.

Tarauacá-Acre, 02 de Janeiro de 2017.

Raimunda Ilca Frota de Azevedo

Gestora da Escola de Ensino Médio João Ribeiro

Estado do Acre 
Secretaria de Estado de Educação e Esporte 
Escola Estadual de Ensino Médio João Ribeiro 
AV. Antonio Frota, 120 Centro/CEP: 69970-000 
Tarauacá-Acre
Fone: 3462 – 1775
Email: escolajoao.ribeiro@ac.gov.br

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

João Batista Ribeiro de Andrade Fernandes

João Batista Ribeiro de Andrade Fernandes (Laranjeiras24 de junho de 1860 — Rio de Janeiro13 de abril de 1934), mais conhecido como João Ribeiro, foi um jornalistacrítico literáriofilólogohistoriadorpintor e tradutor brasileiro. Foi também membro da Academia Brasileira de Letras.



Infância


Órfão de pai muito cedo, foi residir na casa do avô, que era de espírito liberal, admirador de Alexandre Herculano. Depois de ter concluído na cidade natal os primeiros estudos, transferiu-se para o Ateneu de Sergipe, em Aracaju, onde concluiu os estudos secundários. Foi então para a Bahia e matriculou-se no primeiro ano da Faculdade de Medicina de Salvador. Constatando a falta de vocação, abandonou o curso e embarcou para o Rio de Janeiro, para matricular-se na Escola Politécnica. Simultaneamente continuava a estudar arquitetura, pintura e música, os vários ramos da literatura e, sobretudo filologia.

Jornalismo


Desde 1881 dedicou-se ao jornalismo e fez amizade com os grandes jornalistas do momento, como Quintino Bocaiúva, José do Patrocínio e Alcindo Guanabara. Ao chegar ao Rio, trazia os originais de uma coletânea de poesias, os Idílios modernos. Seu amigo e conterrâneo Sílvio Romero leu esses versos e publicou sobre eles um artigo na Revista Brasileira. Mesmo assim, João Ribeiro decidiu não publicá-los. Trabalhou, a princípio, no jornal Época (1887-1888), multiplicando-se por várias seções, sob diversos pseudônimos: Xico-Late, Y., N., Nereu. Em fins de 1888 estava no Correio do Povo, com o seu "Através da Semana", onde assinava com as suas iniciais e também com o pseudônimo "Rhizophoro".

Magistério


Apaixonado pelos assuntos da filologia e da história, João Ribeiro desde cedo dedicou-se ao magistério. Professor de colégios particulares desde 1881, em 1887 submeteu-se a concurso no Colégio Pedro II, para a cadeira de Língua Portuguesa. Contudo só foi nomeado três anos depois, para a cadeira de História Universal. Foi também professor da Escola Dramática do Distrito Federal, cargo em que ainda estava em exercício quando faleceu. Nesta época, escrevia para A Semana, de Valentim de Magalhães, ao lado de Machado de AssisLúcio de Mendonça e Rodrigo Octavio, entre outros. Ali publicou os artigos que irão constituir os seus Estudos filológicos (1902).
A partir de 1895 fez inúmeras viagens à Europa, ora por motivos particulares, ora em missões oficiais. Representou o Brasil no Congresso de Propriedade Literária, reunido em Dresden, bem como na Sociedade de Geografia de Londres. Mantinha-se em contato com seus leitores brasileiros através de colaborações no Jornal do Comercio, no O Dia e no Jornal do Comércio de São Paulo. A última fase de atividade na imprensa foi no Jornal do Brasil, desde 1925 até a morte. Ali escreveu crônicas, ensaios e crítica.

Obras





Medalha comemorativa do centenário de nascimento de João Ribeiro - "Se eu não fosse brasileiro, queria ser brasileiro"
Dicionário gramatical (1889)
História do Brasil (1901)
Versos (1890)
Estudos filológicos (1902)
Páginas de estética, ensaios (1905)
Frases feitas, filologia (1908)
Compêndio de história da literatura brasileira, história literária (1909)
O fabordão, filologia (1910)
Colmeia, ensaios (1923)
Cartas devolvidas (1926)
Curiosidades verbais, filologia (1927)
Floresta de exemplos, contos (1931)
Goethe (1932)
A língua nacional, filologia (1933)
Crítica (org. Múcio Leão)
Os modernos (1952)
Clássicos e românticos brasileiros (1952)
Poetas, Parnasianismo e Simbolismo (1957)
Autores de ficção (1959)

Academia Brasileira de Letras


Segundo ocupante da cadeira 31, eleito em 8 de agosto de 1898, na sucessão de Luís Guimarães Júnior e recebido pelo Acadêmico José Veríssimo, em 30 de novembro de 1898.
Em 1897, ao criar-se a Academia, estava ausente do Brasil e por isso não foi incluído no quadro dos fundadores. Em 1898, de volta, ocorreu o falecimento de Luís Guimarães Júnior. A Academia o escolheu para essa primeira vaga.
Foi um dos principais promotores da reforma ortográfica de 1907. Seu nome foi apresentado diversas vezes como o de um possível presidente da instituição, mas ele declinou sistematicamente de aceitar. Em 22 de dezembro de 1927, porém, a Academia o elegeu presidente. João Ribeiro apresentou, imediatamente, sua renúncia ao cargo.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Batista_Ribeiro_de_Andrade_Fernandes

Datas Comemorativas 1º de dezembro

Dia mundial de luta contra a AIDs


A sigla AIDS vem do inglês Acquired immunodefiecience syndrome, que em português significa “Síndrome da Imunodeficiência Adquirida”.


O vírus da AIDS (HIV) destrói as células brancas do organismo, responsáveis em proteger e combater doenças no corpo humano.

Com a destruição das defesas do organismo, o corpo fica bastante fragilizado e propício a ser atacado por inúmeras doenças, como pneumonias, infecções, herpes e até mesmo alguns tipos de câncer.

A AIDS pode ser transmitida através do contato de fluídos corporais do infectado com o sangue de uma pessoa saudável, por meio de relações sexuais sem preservativo (camisinha), transfusões de sangue ou compartilhamento de seringas e agulhas.

Atenção: beijos de língua, abraços ou contatos com a pele da pessoa portadora de HIV não transmite a doença!

A doença não tem cura, mas pode ser tratada com coquetéis antiaids, quando diagnosticada a tempo, melhorando a qualidade de vida do infectado.

Porque 1° de Dezembro é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids?

Edição: Kleber Sampaio

O Dia Mundial da Luta Contra AIDS é um dia que, cada ano, deve servir para desenvolver e reforçar o esforço mundial da luta contra a AIDS. O objetivo deste dia é estabelecer o entrelaçamento de comunicação, promover troca de informações e experiências, e de criar um espírito de tolerância social.

O Dia Mundial da Luta Contra a AIDS dá a ocasião de se falar da infecção por HIV e da AIDS, de se ocupar das pessoas infectadas pelo HIV e das doenças da AIDS, e de se saber mais sobre esta doença. Este dia internacional de ação coordenada contra a AIDS constitui já um evento anual na maior parte dos países.

Evocando as atividades de luta já em curso e encorajando novas iniciativas, o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS contribui para edificar uma ação durável contra a AIDS.

(Tradução e adaptação do "Journée Mondiale SIDA - Information n.º 1" da Organisation Mondiale de la Santé - Programme Mondial de Lutte Contre le SIDA).

Segundo relatório da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), divulgado nesta quinta-feira (30), a ampliação do acesso a todas as opções de prevenção ao HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana) poderia reduzir o número de novos casos do vírus na América Latina e Caribe, que desde 2010 se mantêm em 120 mil por ano.

As informações do relatório e os dados do Unaids revelam que 64% dos novos casos de HIV na América Latina ocorrem em homens gays, profissionais do sexo e seus clientes, mulheres trans, pessoas que usam drogas injetáveis e nos parceiros dessas populações-chave. Outro fato que chama a atenção é o aumento de infecção entre os jovens: um terço das novas infecções ocorre em pessoas de 15 a 24 anos.

A Unaids avalia que para reduzir as novas infecções entre as populações-chave é preciso adotar ações de prevenção do HIV que sejam específicas e de alto impacto, além de acesso a tratamento para todos.

Em comunicado à imprensa, o diretor regional do Unaids para América Latina e o Caribe, César Núñez, defendeu que é preciso também ter “um compromisso inabalável com o respeito, a igualdade de gênero, a proteção e a promoção de direitos humanos, incluindo o direito à saúde”.

O diretor-executivo do Unaids, Michel Sidibé, destacou a importância de garantir o acesso à saúde a todos para enfrentar a doença. “Mesmo com todos os sucessos, a Aids ainda não acabou. Mas, se assegurarmos que todas as pessoas, em todos os lugares, tenham acesso ao seu direito à saúde, a Aids pode acabar”, disse.

Quase 21 milhões de pessoas portadoras do HIV estão em tratamento no mundo e o número de novas infecções e mortes relacionadas à Aids está em declínio em vários países. Na Europa Oriental e Ásia Central, no entanto, o número de novas infecções aumentou 60% desde 2010 e as mortes relacionadas à Aids cresceram 27%.

Na África Ocidental e Central, duas em cada três pessoas estão sem acesso ao tratamento. “Não podemos ter uma abordagem de dois pesos e duas medidas para acabar com a epidemia de Aids”, avalia Sidibé.

O infectologista Pablo Sebastian Velho trabalha há dez anos com pacientes soropositivos na Secretaria de Saúde de Santa Catarina e destacou que o programa brasileiro de tratamento de HIV é uma referência mundial. “Temos hoje os melhores medicamentos do mundo para oferecer aos pacientes, e gratuitamente.” Uma evolução no tratamento brasileiro, obtida ao longo dos anos, é a possibilidade de ser iniciado o tratamento já na primeira consulta.

HIV é um vírus que se espalha através de fluídos corporais


Muitos não sabem, mas ser portador do vírus HIV e ter Aids são duas coisas bem diferentes. “O vírus HIV é o causador da Aids, mas isso não significa que todas as pessoas que têm o vírus vão desenvolver a Aids. E isso se deve, e muito, aos medicamentos que temos disponíveis no país”, disse o especialista Pablo Velho.

O infectologista explica que a única maneira de evitar que a Aids se desenvolva é fazer o tratamento adequado. “Se nada for feito para interromper o processo de evolução natural da doença, ela vai chegar. Em alguns indivíduos isso acontece de forma muito rápida, e eles podem desenvolver a Aids em até dois anos após o contágio. Na outra ponta, há algumas pessoas que podem levar mais de dez anos. Na média, são sete anos, mas não se pode confiar nisso porque varia de pessoa para pessoa e não faz sentido esperar a pessoa ficar mal para começar o tratamento”, explicou.

O tratamento pode deixar o paciente com uma carga viral indetectável e, assim, o vírus se torna intransmissível na relação sexual, desde que não existam outros fatores que aumentam o risco de transmissão, como, por exemplo, ter sífilis, o que causa lesões que aumentam o risco de contaminação.

Prevenção é o melhor remédio


A principal arma existente hoje contra a transmissão de HIV no Brasil, considerando que a transmissão em larga escala é sexual, é o uso de preservativo. Mas o infectologista Pablo Velho esclarece que há uma outra alternativa disponível na rede pública de saúde para evitar a contaminação em caso de exposição ao vírus.

“Existe uma forma, semelhante à pilula do dia seguinte em relação à gestação, que é, depois de ter uma exposição sexual de risco, receber um medicamento que diminui a chance de se contaminar pelo HIV em unidades de saúde”, explicou.

Essa estratégia é chamada de Profilaxia Pós-Exposição, usada para casos de violência sexual ou de exposição de risco ocasional. “Se bebeu demais, nem lembra se usou preservativo ou sabe que não usou, procure uma unidade que você tem o direito à prevenção”, explica o especialista. Para funcionar, a medicação deve ser administrada em até 72 horas após a relação desprotegida e precisa ser tomada durante 28 dias. “Quanto antes, mais eficaz” afirma.

Este mês, o Brasil vai adotar uma nova estratégia, a profilaxia pré-exposição. Pessoas que têm um risco aumentado de infecção - como, por exemplo, os profissionais do sexo e pessoas soronegativas que são casadas com pessoas soropositivas, entre outros - vão poder receber um medicamento que diminui o risco de contaminação quando expostas.

O especialista ressaltou que as profilaxias não excluem a necessidade de uso do preservativo, que continua sendo a melhor forma de evitar a contaminação tanto pelo HIV como pelas outras doenças sexualmente transmissíveis.

Outro fator importante para a queda no número de transmissões é a oferta de testes para que as pessoas contaminadas pelo HIV saibam da sua condição e possam iniciar o tratamento. Na América Latina, duas em cada 10 pessoas vivendo com HIV, e 4 em cada 10 no Caribe não sabem que têm o vírus.

Fonte:
http://giv.org.br/Ativismo-GIV/Porque-um-Dia-Mundial-de-Luta-Contra-a-AIDS/
https://www.calendarr.com/brasil/dia-internacional-da-luta-contra-a-aids/
http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-12/no-dia-mundial-contra-aids-opas-quer-ampliar-acesso-prevencao

Dia do Numismata

Apesar do nome soar estranho aos nossos ouvidos, o numismata já é uma figura um tanto conhecida. Ele é o colecionador de selos e moedas. Além de fazer isso por hobbie, muitos numismatas auxiliam especialistas das diversas áreas de museus nos trabalhos de organização, conservação, pesquisa e difusão de documentos e objetos de caráter histórico, artístico, científico e literário.

O museu não é a única área de atuação do colecionador de selos e moedas “profissional”. Ele pode trabalhar em entidades culturais e de ensino, mas geralmente são autônomos e costumam trabalhar sozinhos ou em equipes. Geralmente, esse profissional aprende na prática tudo o que precisa saber sobre os selos, mas entender um pouco de museologia é importante para o aprendizado. 


O numismata por hobbie ou por profissão deve saber como expor uma coleção. Além de colaborar o planejamento logístico da exposição, ele deve supervisionar o translado do acervo, subsidiar com informações a criação de catálogos, selecionar peças do acervo para exposição e verificar textos elucidativos do acervo. 


Assim como toda peça de coleção, as moedas e os selos requerem bastante cuidado, pois geralmente são peças bastante raras. Além do mais, é importante que as informações a respeito de cada peça sejam bem elucidadas para os visitantes. 


Os selos e moedas geralmente são comercializados ou trocados através de leilões e através de exposições. Com a internet, esse filão do mercado se tornou ainda maior.


A numismática é uma ciência relacionada com a coleção de cédulas, moedas e medalhas, identificando, analisando a composição, catalogando pela cronologia, geografia, história, etc.


Por “moeda” entende-se o dinheiro que circula num país, e que pode ser feito de papel, plástico, tecido ou metal. As moedas de metal, por seu lado, podem ser de ouro, prata, cobre, bronze, alumínio, etc.


Há uma série de curiosidades que os numismatas cultivam. Por exemplo, a serrilha das moedas surgiu porque era freqüente antes disso raspar o bordo das moedas de ouro para juntar ouro em pó, diminuindo o diâmetro da moeda e o seu valor no peso (mas não o valor facial). Outro exemplo, embora não de interesse direto para a numismática, é a quantidade de objetos que já serviram de moeda em diferentes culturas: das conchas e seixos até animais como elefantes ou o couro de outros.


Ainda hoje, em vários países do Oriente, as moedas são perfuradas para nelas serem enfiados cordões.


Brevíssima história da moeda


As moedas metálicas surgiram por volta de 2.000 a.C. mas, como não existia um padrão e nem eram certificadas, era necessário pesá-las antes das transações e verificar a sua autenticidade. Só por volta do século VII a.C. é que se procedeu à cunhagem das moedas.


Foi a partir do dracma de Atenas que se difundiu por todo o mundo a moeda metálica. Nos tempos antigos as peças de ouro ou prata eram empregadas como unidade de troca para adquirir outros produtos. Seu valor estava determinado pelo seu peso e a pureza do metal eram examinados minuciosamente cada vez que a peça mudava de mãos.


Em torno do ano 550 a.C. a cunhagem de moedas era uma prática comum em todas as cidades comerciais do mundo. Exceto no Oriente, a maioria das moedas do mundo se cunhava à mão, até aproximadamente o ano 1.500.


Os italianos inventaram então umas prensas capazes de produzir discos de metal perfeitamente redondos, nos quais se gravava posteriormente o desenho. O descobrimento da América, com sua riqueza de metais preciosos, permitiu aumentar consideravelmente a produção de moedas.


Nessa época, cada reino, ducado, principado ou cidade livre do mundo ocidental emitia suas próprias moedas. A cunhagem de moedas no Novo Mundo começou em 1.535, na Cidade do México, após a conquista espanhola. Produziu-se então o “real de a ocho”, que circulava pela Europa e o Novo Mundo, dominando o comércio mundial.


História da Numismática


O primeiro colecionador de moedas foi o poeta italiano Francesco Petrarca, no século XIV. Ele se aproximou da numismática com espírito crítico, antes mesmo de o assunto tornar-se uma disciplina respeitável.


Todo numismata, ao começar uma coleção, deve ter um objetivo traçado. Com Petrarca não foi diferente. Seu objetivo era conhecer a história de cada povo. Petrarca demonstrou também como a numismática pode se tornar uma paixão contagiosa. Em 1.390, coube a ele, indiretamente, a cunhagem de moedas comemorativas pela libertação da cidade de Pádua, pelo Visconde Francisco II de Carrara.


Seja pela cultura, pela observância de técnicas ou simplesmente pelo desafio de colecionar, a relação entre cultura e numismática sempre é presente. Mesmo aqueles que colecionam moedas ou cédulas como um simples hobbie, sem se dedicar à pesquisa, adquirem uma boa bagagem de cultura geral. É veículo de mensagens, arte e, até mesmo, magias e superstições.


Para um colecionador, esta pesquisa também é um investimento não apenas cultural, mas financeiro de longo prazo. Mesmo a coleção de moedas recentes pode se tornar em fonte de forte valorização. Há vários casos de moedas recentes valorizarem até 5.000 % comparado ao valor de face.


Numismática no Brasil


A numismática no Brasil não é tão bem difundida como em outros paises. Ainda assim, possui vários grupos de colecionadores bem organizados, cursos e literatura sobre sua evolução no pais. No calendário oficial, o 1º de Dezembro marcado é como o “Dia do Numismata”.


Coleções de moedas


As moedas, tanto as antigas como as modernas, são colecionadas tanto pelo seu valor artístico como por simples prazer e passatempo. O número de colecionadores em todo o mundo se eleva a milhões. Eles buscam antes de tudo a beleza, a raridade e a história que cada uma dessas peças contém.


O valor de mercado de qualquer moeda, ou seja, o preço que se paga por ela, é determinado pela lei da oferta e da procura. Outro elemento essencial é seu estado de conservação. Os catálogos numismáticos proporcionam dados sobre os preços das moedas.

Fonte:

UFGNet
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Ornamentação de Natal

A escola está se preparando para as comemorações de fim de ano

 




quinta-feira, 30 de novembro de 2017

DATAS COMEMORATIVAS 30 DE NOVEMBRO


Dia Nacional do Evangélico

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
 
LEI Nº 12.328, DE 15 DE SETEMBRO DE 2010.
Institui o Dia Nacional do Evangélico a ser comemorado no dia 30 de novembro de cada ano.
 
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
          Art. 1o  Fica instituído o Dia Nacional do Evangélico, a ser comemorado no dia 30 de novembro de cada ano.
          Art. 2o  Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília,  15  de setembro de 2010; 189o da Independência e 122o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
João Luiz Silva Ferreira
Este texto não substitui o publicado no DOU de 16.9.2010.


Revista Veja (nº 1758 03/07/02) publicou uma reportagem escrita por José Edward, que mostra-nos o avanço dos evangélicos em nossa pátria, vale realçar que a Revista Veja é um veículo que não possui vínculos com a igreja evangélica, portanto, uma matéria isenta, sem paixões denominacionais.
Veja a transcrição de partes desta reportagem do jornalista José Edward:

A religiões cristãs não-católicas, como as evangélicas, têm sua origem no começo do século XVI, quando um monge alemão chamado Martinho Lutero se insurgiu contra Roma. No ano de 1517, revoltado com a venda de indulgências pelo papa, Lutero escreveu suas famosas 95 teses, que pregou na porta da catedral de Wittenberg. Foi o estopim da Reforma Protestante, que se tornaria uma das mais profundas transformações sociais da história humana. Com o tempo, do tronco protestante antipapal foram brotando dezenas de denominações. As mais importantes dessas subdivisões, a do pentecostalismo, criada pelo pregador negro americano William Joseph Seymour, foi uma explosão de fé. Hoje há mais pentecostais no mundo do que anglicanos, batistas, luteranos e presbiterianos somados.
Ao proliferarem em todas as camadas sociais, os evangélicos estão produzindo mudanças facilmente detectáveis.

“O país mais católico do mundo está ficando cada vez mais evangélico. O resultado do censo demográfico no quesito religião, divulgado neste ano, mostra que mais de 15% dos brasileiros – um rebanho de 26 milhões de pessoas – são protestantes. É um porcentual cinco vezes maior que em 1940 e o dobro de 1980. 

As conseqüências desse crescimento são muitas. Apenas como sinais das alterações a que esse fenômeno pode levar no perfil das famílias brasileiras, vale citar que os evangélicos, mesmo entre os menos escolarizados, têm menor número de filhos que seus vizinhos de outras religiões. Três quartos das mulheres evangélicas casadas usam contraceptivos. Quase 90% dos adeptos de igrejas evangélicas acreditam que a moral sexual do homem e da mulher deve ser igual, e 65% deles preferem casar-se com algum irmão de fé.

Os evangélicos levam a prática da fé a sério. Para começar, muitos evangélicos são convertidos – ou seja, escolheram aderir a uma religião por conta própria. Por isso, tendem a se tornar militantes da causa, envolvendo-se nos cultos e nas atividades comunitárias desenvolvidas em torno dos templos que freqüentam. Segundo o Iser, 80% dos evangélicos dizem participar das cerimônias e das obras sociais com regularidade.

Em todas as variantes do protestantismo, é missão do fiel e de seu pastor espalhar a palavra do Senhor. Em resumo, ele deve converter seu semelhante. Na maioria dos casos, quanto pior o currículo ético desse semelhante, maior será o esforço para salva-lo.

No discurso da maioria dos protestantes, a insegurança, a droga, o alcoolismo, a infidelidade, a vida indigna, o desrespeito, a miséria e todos os eventos ruins que podem atingir uma pessoa compõem as faces diversas de um inferno que se experimenta na terra. Numa troca simples, a igreja evangélica propõe que sua ovelha se afaste do mal e siga um código duro de conduta, oferecendo em troca apoio e reconhecimento por seu sucesso na empreitada.

As igrejas evangélicas, sobretudo as do chamado ramos pentecostal, penetram com enorme velocidade e sem nenhuma burocracia nas comunidades carentes e oferecem um modelo ético em regiões que as autoridades esqueceram e às quais a polícia leva mais medo que segurança.

Já existe até uma revista, a Consumidor Cristão, com tiragem de 20.000 exemplares, lida por evangélicos e recheada de anúncios com linguagem e até produtos específicos para esse público.

Somando tudo – de CDs a bares e instituições de ensino -, o mercado impulsionado pelos protestantes movimenta 3 bilhões de reais por ano e gera pelo menos 2 milhões de empregos. Na área da mídia eletrônica, há um verdadeiro império evangélico país afora. Existem mais de 300 emissoras de rádio evangélicas no Brasil, centenas de sites e pastores dando plantão on-line, na internet.

O Rádio e a TV servem ainda de canal para a transmissão de modelos culturais e de comportamento. Aline Barros, uma cantora de 25 anos, pode ser um nome desconhecido pra quem acompanha as paradas de sucesso. Más já vendeu mais de 1 milhão de CDs de música pop evangélica. Cassiane, com 3 milhões de discos vendidos, é outra grande estrela do gênero.

Há também um grande investimento em educação. A média de leitura dos evangélicos brasileiros gira em torno de seis livros por ano – o dobro da média nacional. As denominações evangélicas administram quase 1.000 escolas no Brasil com uma clientela de 740.000 alunos.

Paradoxalmente, o que mais mudou no Brasil com o crescimento da legião evangélica foi a Igreja Católica. De um lado, surgiu a Renovação Carismática, para revigorar os aspectos místicos e milagrosos da fé. De outro, os padres-cantores saíram atrás de fieis e compradores de CDs. Na mídia, a Igreja fincou uma bandeira em tempo recorde, criando a Rede Vida de rádio e TV, que cobre todo o território nacional. Os resultados, porém, estão longe do esperado. Os católicos falam em crise de vocações. Há sete vezes mais pastores protestantes atuando no Brasil que padres, e na maioria das denominações mais recentes esses ministros são formados em apenas alguns meses. Na prática, eles seguem aquele famoso incentivo: “Crescei e multiplicai-vos”.

Dia do Estatuto da Terra




Estatuto da Terra é um documento em que se encontra disciplinado de forma legal, o uso, ocupação e relações fundiárias em cada país. No Brasil, o estatuto foi um dos primeiros códigos inteiramente elaborados pelo Governo Militar no Brasil, a fim de colocar um freio nos movimentos campesinos que se multiplicavam durante o Governo João Goulart.
Tal Lei foi instituída em 30 de novembro de 1964, pelo então Presidente da República, Castelo Branco, após aprovação pelo Congresso Nacional, por isso na mesma data se comemora o Dia do Estatuto da Terra.
Foi logo após assumirem o poder, que os militares incluíram a reforma agrária entre suas prioridades, formando um grupo de trabalho sob a coordenação do Ministro do Planejamento, para a elaboração de um projeto de lei de reforma agrária.
O estatuto constituiu-se na primeira proposta articulada de reforma agrária, feita por um governo, na história do Brasil e possuía as seguintes metas estabelecidas: a execução de uma reforma agrária e o desenvolvimento da agricultura.
Passadas cinco décadas, podemos constatar que nada se fez quanto à primeira meta, enquanto que a segunda recebeu grande atenção do governo até os dias de hoje, principalmente no que diz respeito ao desenvolvimento capitalista ou empresarial da agricultura.
Ao invés de dividir a propriedade, o capitalismo impulsionado pelo regime militar brasileiro (1964–1984) promoveu a modernização do latifúndio, por meio do crédito rural fortemente subsidiado e abundante. O dinheiro farto e barato, aliado ao estímulo à cultura da soja – para gerar grandes excedentes exportáveis – propiciou a incorporação das pequenas propriedades rurais pelas médias e grandes: a soja exigia maiores propriedades e o crédito facilitava a aquisição de terra. Assim, quanto mais terra tivesse o proprietário, mais crédito recebia e mais terra podia comprar.
Nesse período, toda a economia brasileira cresceu com vigor – eram os tempos do “milagre brasileiro”. O país urbanizou-se e industrializou-se em alta velocidade, sem ter que democratizar a posse da terra, nem precisar do mercado interno rural.
O projeto de reforma agrária foi esquecido, e a herança da concentração da terra e da renda permaneceu intocada. Embora ainda haja o mesmo estatuto, sem sequer tenha sido reformulado, atualmente, o Brasil chega ao século XXI sem ter resolvido um problema com raízes no século XVI.


Dia do Teólogo


O dia 30 de Novembro foi instituído como sendo o dia do Teólogo, pela LEI Nº 4.504 de Janeiro, em 1991. Em todo Brasil essa data é marcada por comemorações e atividades alusivas ao estudioso das religiões. 

Mas, afinal, o que é um Teólogo? 


Teólogo é aquele que procura tornar a religião um saber racional, no caso, um saber chamado “teologia” (estudo de Deus: teo = Deus; logia = estudo). Sua atitude diante da religiosidade é quase sempre objetiva, um paradoxo, uma vez que a religião em si e mais precisamente a fé tem caráter subjetivo. 
Embora o teólogo possa ser um religioso, é preciso diferenciar. Uma coisa é ter fé, outra é estudar os fenômenos da fé. Para o primeiro caso, basta crer, acreditar num dogma ou numa doutrina como verdade a ser vivida. No outro, esta mesma fé será interpretada, relativizada e, conseqüentemente, racionalizada.

O que um teólogo estuda? 


Basicamente o teólogo formado estuda e analisa as diversas religiões do mundo e sua influência sobre o homem do ponto de vista antropológico e sociológico. Sua principal fonte de pesquisa são os textos sagrados e as doutrinas e dogmas religiosos. 
Com isso procura explicar de que forma as crenças, com o decorrer do tempo e da história, modificam ou eternizam as maneiras do homem interagir na sociedade. Nos cursos de teologia, a grade curricular varia de instituição para instituição. Algumas dão maior importância à análise das religiões em si, enquanto outras se debruçam mais sobre os textos sagrados. 
De qualquer forma, um estudante de teologia – o futuro teólogo – deverá ler muito e participar de muitos debates em sala de aula sobre as bases e a história das religiões. 

O que é teologia? 


A teologia é o corpo teórico e disciplinar que estuda as relações entre o “sagrado e o profano”, tanto quanto, o estudo sistemático dos textos e materiais religiosos existentes, estabelecendo uma harmonia, na interpretação dos escritos religiosos – em especial o referente ao cristianismo – sob a investigação científica, que lhe é peculiar. 
O termo teologia vem do grego – Theos que significa “Deus, divino, divindade” e logia (logos) que siginifica “estudo, pesquisa”. Os teólogos são os especialistas em conhecimentos referentes aos estudos dessas relações. Os teólogos são formados em seminários, faculdades, institutos, formando-se em bacharéis, licenciados, mestres e doutores. 
Porém, tais cursos, não são indicativos de que sejam ou estejam preparados para dar explicações acerca de fenômenos sobrenaturais ou de gêneros próximos ao tema. Também, não é uma característica primordial, que sejam os teólogos sacerdotes de nenhuma denominação religiosa, muito embora, seja essa a exigência de muitas religiões, para o exercício efetivo desse cargo. 
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